Versão a diesel: Vale a pena investir?

Com o aumento no número de ofertas de veículos a diesel no mercado ela pode ser uma boa opção.

Com a Crise dos Caminhoneiros em 2018, também conhecida como Crise do Diesel, o assunto diesel voltou a ser pauta de muitas discussões. Por 10 dias não houve distribuição de produtos de nenhuma espécie, com raras exceções e combustível não era uma delas. Com isso, o consumidor munido do seu carro movido a gasolina e/ou álcool ficou impossibilitado de abastecer, isso culminou em uma intensa crise econômica. Curiosamente, proprietários de carros a diesel não passaram por essa situação, tinham à  disposição combustível a vontade. Com isso voltou a antiga discussão, por que a legislação brasileira restringe a comercialização de carros movidos a diesel zero quilometro?

Crise do Petróleo

Essa determinação é antiga, mais precisamente de 19 de novembro de 1976, a portaria MIC nº. 346 restringe as regras do comércio de veículos a diesel no Brasil. Segundo o artigo 1º: “fica proibido o consumo de óleo diesel como combustível nos veículos automotores de passageiros de carga e de uso misto, nacionais e importados, com capacidade inferior a 1.000 kg, computados os pesos do condutor, tripulantes, passageiros e da carga”. O inciso II no primeiro artigo dessa lei determina que carros com tração nas quatro rodas com função reduzidas sejam considerados jipes e podem usar o motor a óleo. E qual a razão? Na época, a justificativa se baseava na Crise do Petróleo, com o incentivo ao estímulo da utilização do etanol como principal combustível para automóveis de passeio, pela alta poluição gerada pelo enxofre que fazia parte do óleo diesel na época e a impossibilidade de auto-suficiência em óleo diesel, sendo necessária a importação do combustível, economicamente inviável na época.

Aditivo de combustível diesel PROD
PROD – Limpa Sistema de Injeção Diesel

Diesel na atualidade

Nos dias de hoje, além dos motores diesel poluírem muito pouco, evoluíram tecnicamente até mais que a gasolina nesse período, muitos fabricantes e importadores encontraram uma brecha na regra e conseguem comercializar esses carros no país. Alguns modelos conseguiram a autorização do governo justificando que a primeira marcha funcionaria como uma função reduzida, e o carro em situações urbanas próximas à  normalidade já sairia em segunda marcha. Passou. Com isso, a oferta no mercado brasileiro aumentou, mas os preços oferecidos ao público estão longe de ser acessíveis: começam em 130 mil reais. Esse custo é justificado pelo alto ní­vel de sofisticação, tecnologia e robustez desse tipo de propulsor. Mas beleza, você dispõe desse montante para investir em um carro novo. Vale a pena?

A resposta é: Depende.

Um carro a diesel pode ser até 20% mais eficiente em consumo de combustível e o litro do diesel sempre foi mais barato que a gasolina, porém ao comparar duas versões de um mesmo carro, cada uma utilizando um dos dois tipos de combustível citados, a versão a diesel é, em média, 25% mais caro para aquisição. Isso acaba impactando o valor do IPVA (incidente no valor venal do veí­culo), seu seguro e sua manutenção mais dispendiosa.

Quando vale a pena? Caso o motorista utilize o carro intensamente (muito mais que a média nacional de 12.900 quilômetros ao ano, segundo a KBB – www.kbb.com.br) e, na maior parte, em estradas.

Como fazer esse cálculo?

Simples, pegue o valor de compra dos modelos, some a quantidade média anual percorrida, os dados de consumo (www4.inmetro.gov.br), o valor unitário do litro de cada combustí­vel (vale o etanol também), o IPVA – percentual varia por estado, e uma cotação de seguro para o seu perfil (podemos colocar uma tabela aqui com todos os itens). Com esse resultado você consegue chegar à conclusão de quanto tempo necessitaria para a diferença de custo de propriedade e de uso se pagaria.

Para facilitar o cálculo criamos para você a fórmula abaixo:

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